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Os 3 Erros que te podem estar a impedir de Engravidares e seres Mãe

Esta informação pode fazer a diferença na sua vida

Quem sou?

O meu nome é Pedro Nóbrega.  Nasci na Madeira onde cresci e fiz o percurso, convencional, em termos de escolaridade, até aos 18 anos. Paralelamente, praticava hóquei em patins, o que me permitiu desenvolver competências de liderança e, de equipa. Desde muito cedo, uma das coisas que, prendia a minha atenção era a vertente das ciências concretas, nomeadamente a Matemática, Física e Química, ou seja, tudo o que pudesse “provar” que determinada coisa, funcionava de determinada maneira.

Como tal, naturalmente, entrei num curso de Engenharia Civil, onde estive durante 5 anos. Após o curso, entrei para uma multinacional portuguesa, onde escalei posições durante os 13 anos da minha permanência, sempre acumulando maiores responsabilidades nas áreas do negócio e, de liderança de pessoas, culminando esta experiência, com uma equipa de 30 pessoas, em 2014. 

Por volta dos meus 20 anos, descobri a área, fascinante, do Desenvolvimento Pessoal. Na altura, início do ano 2000, praticamente ninguém falava sobre isso e, por vezes até olhavam de forma estranha para mim, quando abordava o tema.

Aos 20 anos, comecei a praticar Swasthya Yôga, hoje conhecido, como Método DeRose. Frequentei inúmeros cursos, palestras e práticas que, visavam o estudo e, a obtenção do equilíbrio entre as partes física, emocional e mental, comecei então a ter contacto com um dito, conhecimento Empírico. Tal não significa que não fosse científico, até era. Mas era algo que, ainda, não estava provado.

Curioso reparar que, nesse período por vezes, algum professor ou instrutor graduado dizia algo que, inicialmente estranhava, mas que passado algum tempo, através da observação, me perguntava: “Não é que eles tinham razão?!”

Aprendi nesse instante a ativar, em mim, a humildade de não dizer “Não” a algo que não sei, ou seja, existe sempre muito mais para além, do que os nossos olhos veem.  Um bom exemplo, nos dias de hoje, é o da “moda” de Meditar. Hoje existem, até, estudos científicos para provar essa vantagem. Em 2000 o conhecimento era, simplesmente, empírico. Sentia-se que era algo poderoso, pois os efeitos em quem praticava eram evidentes, para o próprio. Uma particularidade curiosa: hoje em dia, até os “brokers” de “Wall-Street meditam.

Aos 34 anos, saí da empresa onde trabalhava e, foquei-me em encontrar o meu espaço, na área de Desenvolvimento e Transformação Pessoal. Comecei, naturalmente, aos 36 anos a trabalhar como Coach e Facilitador Transformacional, complementando o meu conhecimento com formações na área de reprogramação mental, emocional e espiritual. De referir que, desde os meus 20 anos, procurei complementar a minha parte prática e objetiva, com uma vertente mais subjetiva, mais abrangente, mais inconsciente e mais empírica, ou seja, outra forma de conhecimento. 

Hoje em dia, fascina-me a análise de, como algumas pessoas conseguem atingir um resultado e outras não, inclusive, a forma como reagem a esse processo.

Em 2017, comecei a dar aulas na escola de Espiritualidade Kamba (www.kamba.pt), onde atualmente leciono a disciplina de Desenvolvimento Pessoal. 

De uma forma geral, considero que a obtenção de qualquer meta, exige, um bom alinhamento entre o nosso corpo físico, emocional, mental e espiritual, sempre acedendo de forma consciente a um nível que, está no nosso inconsciente, num nível subtil.

História de como consegui ser pai… E não foi nada fácil…

Sou casado com a Liliana Nóbrega e, temos uma filha maravilhosa, nascida em novembro de 2017. Agora com 16 meses, a Bia é verdadeiro milagre da vida….

Casámos em julho 2013 e, no Verão de 2015 decidimos ter filhos. Não imaginávamos, o longo processo, em que estávamos a entrar. Pensámos que seria um processo simples, desde o instante em que decidíssemos ser Pais. Era querer e já estava…

Um dos primeiros passos é, habitualmente, a mulher ir ao ginecologista e indicar que quer ter filhos. Foi o que fizemos, sendo que logo nesse instante, a minha mulher deixou de tomar a pílula. O Ginecologista disse que, o período de ovulação iria tomar o curso habitual até, ao limite máximo de, 3 meses.

Passaram 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 meses e nada, o corpo da minha esposa não regulava, nem sequer tinha menstruação, o que tornava muito complicado uma possível gravidez. Após alguns exames, foi-lhe diagnosticado hipotiroidismo clínico, começou a ser medicada, mas nem assim o sistema reprodutor se autorregulou e, nem o Ginecologista, nem os outros médicos tinham qualquer resposta.

Nesse entretanto eu, Pedro Nóbrega, estava a tirar um curso de Time Line Therapy e Programação Neurolinguística (PNL), pelo que, estava mais atento a quaisquer sinais linguísticos que existissem, não só em casa, mas na vida em geral.

De salientar que, o maior sonho da minha mulher era ter filhos, mas estava difícil de concretizar esse desejo. Esbarrámos logo no primeiro passo; a regularidade do período de ovulação. Não acontecia.

Um certo dia, em casa, à hora do jantar, a minha mulher saiu-se com alguns comentários do género: “eu perdi a minha infância, porque aos 11 anos fui tia e, tiraram-me o protagonismo”, “ter filhos é uma grande responsabilidade” e “eu sei o peso que isso é”. Foi neste instante que, me apercebi da dualidade interna que a minha mulher vivia, ou seja; uma parte queria ter filhos e outra parte não. 

No curso de PNL, tinha aprendido uma técnica, muito poderosa, para enquadrar estas dualidades, a Integração de Partes.

Experimentei fazer este exercício com a minha mulher. Durou 2 horas… E, (ufaa !!) existia mesmo uma grande dualidade interna, ela queria ter filhos no seu consciente, mas este estava toldado pelo medo, do peso da responsabilidade, associado à experiência que ela tinha vivido na sua adolescência.

Curioso é que, passado cerca de 2 dias após ter feito o exercício, a menstruação apareceu… Coincidência? Talvez sim, talvez não…

A partir desse instante, finalmente, poderíamos seguir o processo normal, ou assim pensámos…

Passados 2 meses, ou seja, em janeiro de 2016, foi-me detetado um tumor no intestino e, tinha que ser operado rapidamente.

Assim aconteceu, fui operado logo em fevereiro, sendo que, o resultado indicava que o tumor era incerto. Como tal, a equipa médica aconselhou a fazer Quimioterapia, através de comprimidos, ou seja, Quimio-Oral.

De referir que, estes tratamentos são muito tóxicos, pelo que, o processo habitual de engravidar não podia ser o processo normal, pois o feto e a mãe corriam risco de vida.

Como tal em abril de 2016, fiz criopreservação de esperma e, logo de seguida, comecei o tratamento de quimioterapia. Esta criopreservação tinha que ser feita no serviço público hospitalar, sendo que, o processo de nos chamarem para dar continuidade à inseminação no serviço público demora, no mínimo, 1 ano. Essa espera seria, apenas, para nos chamarem, sem qualquer previsão de quando ocorreria o processo de inseminação.

Decidimos ir para o serviço privado e, ver se era mais rápido. Assim, em maio de 2016, entrámos nos Hospital dos Lusíadas, esperançados do “AGORA é que é!”

Tivemos uma consulta com uma médica, do departamento de Procriação Medicamente Assistida (PMA), à qual fizemos o enquadramento da situação, sendo que, ela somente falou de probabilidades baixas, pois o facto de ter o esperma congelado não quereria dizer que estivesse em condições. Recordo-me de sair do Hospital a dizer: “Não sinto que seja, com esta pessoa, que vamos conseguir”. Era a minha intuição…

Não obstante, decidimos dar o benefício de dúvida e, seguimos com esta médica. Sempre que íamos a uma consulta, aparecia mais uma dificuldade e, a probabilidade baixava.

Fizemos todo o processo de transferência da criopreservação do Esperma, do Hospital Santa Maria para o Hospital dos Lusíadas.

Após explicação, pela médica, dos vários processos de inseminação; optámos por fazer o tratamento de inseminação mais simples a IUU (Inseminação Intrauterina) e, a minha esposa começou a fazer o tratamento, para potenciar a ovulação, um processo que envolvia injeções e, a toma de medicamentos. 

No dia “tal”, à hora “tal”, a equipa técnica descongelou a primeira palheta (1 em 5) a qual, após análise, se percebeu não estar nas condições ideais mas, uma vez que se tinha descongelado, ir-se-ia realizar na mesma, o processo de transferência do esperma; com uma probabilidade ZERO, de engravidar. Recordo-me de dizer “sim, sim”, como se, ter um filho fosse somente uma coisa física… Não é… É um milagre e, acontece a vários níveis.

Passados uns dias, a minha esposa estava grávida, quando a probabilidade era ZERO. É mesmo interessante recordar a situação, pois o próprio Hospital não cobrou o processo, uma vez que, a probabilidade de sucesso era NULA.

Ao 2.º mês, infelizmente, a minha mulher teve um aborto espontâneo, quando nada o fazia prever. Ficámos ambos muito tristes.

Como somos bastante espiritualistas, decidimos recorrer a pessoas da medicina, não convencional, nomeadamente pessoas com paranormalidades que, nos disseram que a minha mulher estava a lidar com um Karma de vidas passadas, pois no passado, tinha “abandonado” um filho e que a nossa intenção, enquanto pais, não estava bem definida, ou seja, o motivo pelo qual queríamos ter um filho. Registei uma expressão que usaram “cá se fazem, cá se pagam!”

E que estava a pagar nesta vida…

Não fosse o processo, já por si doloroso, complexo e complicado, eis que surge mais um “ingrediente” destes que, nem sabíamos se era verdade ou mentira. Uma coisa é certa, ambos estávamos alinhados; conscientes de que, o aspeto físico era importante, mas que também o aspeto emocional, mental e espiritual, o eram.

Decidimos então, fazer um conjunto de tratamentos indicados, por esta vertente da medicina não convencional e, tantas vezes menosprezada. Fizemos algumas limpezas espirituais e, confiámos que tudo ia correr bem. Definimos, conjuntamente, a Intenção de sermos pais, como se, alguém estivesse a ouvir do outro lado da porta.

Ainda que a equipa médica aconselhe 6 meses de intervalo, nós efetuámos novo processo passados 3 meses.

Em fevereiro de 2017, decidimos repetir o processo; desta vez optámos por outro método, a ICSI (Injeção Intracitoplasmática) que, nos diziam ter uma probabilidade mais elevada nos casos em que, o esperma fosse congelado. Repetimos e, a Liliana ficou grávida.

A Bia nasceu a 16 de novembro de 2017, de cesariana. Desta vez, correu tudo bem… o Milagre aconteceu.

Hoje, olhando para a nossa história e da Bia, vemos tudo como um processo necessário pelo qual, tínhamos que passar.